Marco HEOR para Operadoras de Saúde

Marco HEOR permite às operadoras de saúde avaliar de forma estruturada e transparente a evidência clínica e econômica das tecnologias sanitárias cobertas ou em avaliação de cobertura. Facilita as decisões de cobertura baseadas em evidências e a defesa dessas decisões perante a ANS e beneficiários.

FAQs

Perguntas frequentes

Algumas respostas às perguntas que recebemos com frequência

O Marco HEOR inclui análise de impacto orçamentário?

Sim. O Marco HEOR inclui módulos de análise de impacto orçamentário que permitem projetar o custo de cobertura de uma tecnologia sanitária para a carteira de beneficiários da operadora.

O Marco HEOR pode comparar múltiplos tratamentos para a mesma indicação?

Sim. O Marco HEOR permite realizar análises de eficácia comparativa entre diferentes alternativas terapêuticas para a mesma indicação, facilitando as decisões de cobertura baseadas no melhor valor terapêutico disponível.

Com que frequência uma operadora deve reavaliar a cobertura de um tratamento oncológico de alto custo?

O Marco HEOR recomenda reavaliações periódicas —anuais ou bianuais— incorporando novas evidências do mundo real e atualizações de diretrizes clínicas que possam modificar o valor terapêutico ou a análise de custo-efetividade do tratamento.

As avaliações do Marco HEOR são auditáveis pela ANS?

Sim. O Marco HEOR gera rastreabilidade completa do processo de avaliação: fontes consultadas, critérios aplicados e conclusões, o que permite à operadora demonstrar perante a ANS o rigor de suas decisões de cobertura.

O Marco HEOR pode apoiar o design de acordos de partilha de risco com farmacêuticas?

Sim. O Marco HEOR estrutura as evidências necessárias para projetar e negociar acordos de partilha de risco baseados em outcomes reais, permitindo à operadora acessar tratamentos inovadores com esquemas de pagamento vinculados à efetividade clínica.

O Marco HEOR pode se integrar com os dados de sinistralidade da operadora?

Sim. O Marco HEOR pode incorporar dados de sinistralidade e utilização próprios da operadora para contrastá-los com dados publicados do mundo real, gerando análises de lacuna que informam as decisões de gestão de cobertura.

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Vamos criar o futuro juntos

As operadoras precisam avaliar com rigor científico se um tratamento oncológico de alto custo deve ser coberto, mas nem sempre dispõem de ferramentas estruturadas para fazê-lo de forma eficiente e auditável perante a ANS.