Marco oferece aos clínicos acesso imediato à evidência científica mais recente sobre Câncer do Colo do Útero, incluindo PD-L1 CPS, estadiamento FIGO 2018, diretrizes ESMO/FIGO/NCCN/FEBRASGO e dados dos principais ensaios clínicos. O agente de IA processa milhares de artigos e diretrizes para entregar respostas precisas e referenciadas em segundos.
Algumas respostas às perguntas que recebemos com frequência
Marco integra continuamente as diretrizes ESMO/FIGO/NCCN/FEBRASGO para Câncer do Colo do Útero, cobrindo recomendações por subtipo molecular, estádio da doença e cenários clínicos específicos, incluindo doença metastática, contextos perioperatórios e protocolos de vigilância.
Marco inclui resultados de ensaios pivotais como KEYNOTE-826, CALLA, GOG240, com síntese das implicações na prática clínica atual e os níveis de recomendação nas principais diretrizes internacionais.
Marco sintetiza as evidências atuais e as recomendações das diretrizes para Câncer do Colo do Útero em formato pronto para discussão no tumor board, cobrindo investigação diagnóstica, opções terapêuticas por perfil molecular e sequenciamento de tratamento, reduzindo significativamente o tempo de preparação.
Sim. Marco processa evidências sobre biomarcadores-chave em Câncer do Colo do Útero, incluindo PD-L1 CPS, estadiamento FIGO 2018, entregando as implicações terapêuticas atualizadas com base na última evidência disponível, recomendações das diretrizes e aprovações regulatórias.
Marco é projetado para consultas de evidências clínicas sem processar dados identificadores de pacientes. As consultas abordam evidências científicas gerais, garantindo privacidade e conformidade com a LGPD e regulamentações internacionais de proteção de dados.
Sim. Marco é projetado para democratizar o acesso a evidências clínicas de qualidade para Câncer do Colo do Útero. Disponível via WhatsApp, não requer infraestrutura especial, oferecendo a médicos em qualquer contexto a mesma qualidade de evidência que os grandes centros acadêmicos.
Integrar o estadiamento FIGO 2018 com os novos dados de imunoterapia por PD-L1 CPS é um desafio real para equipes fora dos centros acadêmicos.