Aug 19, 2026
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Auditoria de casos clínicos e opções terapêuticas

Tutorial de apoio para a utilização do agente automatizado de auditoria clínica

Auditoria de casos clínicos e opções terapêuticas

Como gerar um relatório de opções terapêuticas a partir de um caso clínico oncológico

Revisar a evidência disponível para um único paciente oncológico pode levar horas: ensaios pivotais, metanálises recentes, diretrizes da NCCN, ESMO ou ASCO, critérios de elegibilidade, dados de subgrupos que se aplicam ao perfil daquele paciente e não a outro. Na prática clínica real, esse tempo quase nunca existe.

A funcionalidade de relatório de opções terapêuticas do Marco faz esse trabalho por você.
Você fornece o caso clínico e o Marco pesquisa na evidência médica disponível e nas diretrizes clínicas vigentes, entregando um relatório detalhado com as opções terapêuticas aplicáveis àquele paciente. Se o paciente já estiver em tratamento, o sistema também avalia essa terapia à luz das evidências.

Foi pensada tanto para profissionais que trabalham caso a caso quanto para organizações — comitês oncológicos, seguradoras, equipes de segunda opinião — que precisam padronizar a revisão de evidências entre diferentes pacientes e equipes.

A seguir, o passo a passo.

Passo 1: Abra o seletor de agentes

Na tela inicial, abaixo da caixa de mensagem, você verá um ícone em formato de cérebro. Clique nele para exibir a lista de agentes disponíveis.

Um detalhe importante que a própria interface lembra: selecione o tipo de agente antes de enviar a primeira mensagem. O agente define como o Marco trabalhará durante toda a conversa, por isso é melhor escolhê-lo antes de escrever qualquer coisa.

Passo 2: Selecione "Relatório: opções terapêuticas"

No menu exibido, clique em Relatório: opções terapêuticas.

Passo 3: Verifique se o agente está ativo

Você saberá que ele foi selecionado porque aparecerá uma etiqueta à direita da caixa de mensagem: Agente: Relatório: opções terapêuticas. O texto de ajuda da caixa também muda e indica exatamente o que fazer a seguir.

Se quiser mudar de agente, basta clicar no X da etiqueta e escolher outro.

Passo 4: Insira o caso clínico

Você tem duas opções, e ambas funcionam igualmente bem:

  • Escreva ou cole o caso diretamente na caixa de mensagem.
  • Anexe um arquivo com o caso usando o ícone de clipe. Pode ser uma epicrise, uma ficha, um relatório de patologia ou um documento que reúna vários desses elementos.

Não precisa formatar nem estruturar previamente. O Marco interpreta o texto clínico exatamente como está escrito.

Passo 5: Envie e revise o relatório

Pressione o botão de enviar. O Marco realiza a busca nas evidências e nas diretrizes clínicas, e elabora o relatório. Ao terminar, você pode continuar conversando no mesmo tópico para aprofundar em uma opção específica, pedir que compare duas alternativas ou que explique em que se baseia uma recomendação específica.

O que incluir no caso para obter um relatório melhor

O Marco trabalha com as informações que recebe. Quanto mais completo for o caso, mais preciso será o relatório. Estes são os dados que mais impactam a qualidade do resultado:

  • Dados do paciente: idade, sexo, comorbidades relevantes e estado funcional (ECOG ou Karnofsky).
  • Diagnóstico: tipo histológico, estágio, data do diagnóstico.
  • Perfil molecular e biomarcadores: por exemplo, EGFR, ALK, ROS1, HER2, PD-L1, MSI/MMR, BRCA, KRAS. Este é provavelmente o dado que mais altera o leque de opções.
  • Extensão da doença: locais comprometidos e padrão de metástase.
  • Histórico de tratamento: linhas anteriores, resposta obtida, toxicidades, motivo da suspensão.
  • Terapia atual, se houver: esquema, dose e data de início. Este é o dado que permite ao Marco avaliar o tratamento em curso.
  • Exames laboratoriais relevantes: função renal e hepática, hemograma, marcadores tumorais.
  • Contexto: preferências do paciente, acesso a medicamentos, cobertura ou disponibilidade no seu sistema de saúde.

Boas práticas

Anonimize o caso. Elimine o nome, CPF ou número de identificação, endereço e qualquer outro dado que permita identificar o paciente antes de enviá-lo. O relatório não perde utilidade clínica sem esses campos.

Verifique as referências. O relatório baseia-se em literatura e diretrizes; revisar as fontes citadas é parte do trabalho clínico e permite verificar se a evidência se aplica efetivamente ao seu paciente.

Um esclarecimento importante

O relatório de opções terapêuticas é uma ferramenta de apoio à decisão clínica destinada a profissionais de saúde. Sintetiza e organiza evidências, mas não substitui o julgamento da equipe responsável, a avaliação direta do paciente nem a deliberação do comitê oncológico. A decisão terapêutica é sempre do médico e do paciente.

Comece agora

Acesse marco.care, selecione o agente Relatório: opções terapêuticas e envie seu primeiro caso gratuitamente. Em minutos, você terá uma revisão de evidências que, de outra forma, levaria uma tarde inteira.

Team Marco

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